
Bastam 12 anitos de trabalho no Parlamento para se obter o máximo da pensão vitalícia, que corresponde a 80 % do último ordenado. (Aqui não há médias dos últimos 10 anos, nem de toda a carreira contributiva como para a restante plebe.)
Dando de barato que a expressão trabalho se aplique à minoria dos nossos queridos deputados, o certo é que mesmo os inúteis que ninguém sabe o que lá fazem, atendendo a que agora com as votações electrónicas nem precisam de se levantar para votar. O certo é que o sol quando nasce é para todos os deputados.
Vem à baila este assunto pela notícia do pedido de reforma requerido por Marques Mendes deputado e ex-líder do PSD. Por acaso um esforçado trabalhador daquela casa durante 20 anos.
Comparativamente com a restante gentinha trabalhadora, fazendo contas é o mesmo que alguém que tenha começado a trabalhar com 18 anos tenha condições para se reformar aos 30.
Contudo, ainda neste contexto, quando terminam as funções, os deputados e governantes têm o direito, de acordo com a Lei que criaram para si próprios, também a um subsídio dito de reintegração.
Para além de Marques Mendes ocorreu-me outra situação será que ?
Pina Moura continua a acumular os ordenados de Deputados na Assembleia da República e de Administrador da Iberdrola espanhola em Portugal ?
Será que Pina Moura também já se reformou ?
Será que recebeu o subsídiozinho de reintegração ?
5 comentários:
E está? Há dias, ultimamente quase todos, em que tenho dúvidas... Especialmente quando saio de casa antes das 7h30 da manhã e já há 10 km de fila na autoestrada...
Sempre me custou a perceber esse fenómeno bem portuga.
Talvez a explicação esteja no endividamento das famílias.
A quantidade de carros a circular e a qualidade do parque automóvel não é compatível com os 2 milhões de pessoas que vivem na miséria ou os números do desemprego crescente.
Pois, eu se calhar não me expliquei bem. Isto realmente está mau para alguns ( 2 milhões) porque outros têm demais e outros só estão mal porque se colocam nessa situação a gastar rios de dinheiro em merdas que não interessam a ninguém, nem que para isso não tenham um tostão na conta ao fim do mês.
É`verdade qe sim, muitos não conseguem resistir ao apelo do consumismo.
coitadinhos dos deputados! vamos abrir um fundo de ajuda, apoio e sustento a estes miseráveis? ou pedimos ajuda directa à Caritas e ao Banco ALimentar?
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