O Presidente norte-americano nega a existência de divergências entre os membros do G20 sobre qual a melhor estratégia para resolver a crise mundial.
Barack Obama falava no final de um encontro na Casa Branca com o seu homólogo brasileiro, Lula da Silva, em que as relações com a América Latina também estiveram em destaque.
As notícias da existência de divergências de fundo entre a Europa e os Estados Unidos foram desmentidas por Obama, que garantiu não haver divisões.
Classificando a questão como um “falso debate”, Obama disse que, à semelhança de países como a França, também defende a necessidade de uma reforma da supervisão financeira.
“Temos de tomar uma série de abordagens. A regulação financeira é uma questão prioritária e central”, afirmou.
“Também defendemos uma acção concertada a nível mundial, para garantir que esta recessão massiva da procura é resolvida”, sublinhou o Presidente norte-americano, no dia em que os ministros das Finanças do G20 se encontraram em Londres para preparar a cimeira de 2 de Abril.
Barack Obama falava no final de um encontro na Casa Branca com o seu homólogo brasileiro, Lula da Silva, em que as relações com a América Latina também estiveram em destaque.
As notícias da existência de divergências de fundo entre a Europa e os Estados Unidos foram desmentidas por Obama, que garantiu não haver divisões.
Classificando a questão como um “falso debate”, Obama disse que, à semelhança de países como a França, também defende a necessidade de uma reforma da supervisão financeira.
“Temos de tomar uma série de abordagens. A regulação financeira é uma questão prioritária e central”, afirmou.
“Também defendemos uma acção concertada a nível mundial, para garantir que esta recessão massiva da procura é resolvida”, sublinhou o Presidente norte-americano, no dia em que os ministros das Finanças do G20 se encontraram em Londres para preparar a cimeira de 2 de Abril.